Potencial de geração de energia com biomassa

O mercado global de biomassa teve um crescimento acentuado em 2015 e deve crescer até 11% por ano nos próximos cinco anos.
Devido aos novos acordos em baixar as emissões dos gases poluidores e causadores do efeito estufa, aumentaram as iniciativas dos governos de todo o mundo para incluírem fontes e tecnologias renováveis em suas matrizes energéticas. Segundo pesquisa da S & P Pesquisa de Mercado, a necessidade de fornecimento de energia que atendam o constante crescimento de mercado na China, a Biomassa será a grande aposta.
Em 2014, o mercado europeu foi o maior consumidor de biomassa no mundo, em termos de valor e volume. Estes mercados deverão manter suas taxas de crescimento, impulsionados principalmente por subsídios e legislação.
Já no mercado Asiático o mercado de biomassa deve crescer até 22%, nos próximos cinco anos. Os principais consumidores são China, Japão e Coréia do Sul.
O governo da China tem priorizado a adoção de combustível de biomassa. Atualmente pellets de biomassa são produzidos em grande escala para substituir a combustão do carvão no país.
As principais empresas do mercado mundial de biomassa-pellet são Viridis Energy Inc., Drax Biomassa, Enviva Biomassa, Energia Renovável Westervelt LLC, Internacional combustíveis da madeira podem LLC, Energex, Helius Energy Ltd., Floresta Energy Corporation e New England Wood Pellet.
O mercado brasileiro deveria estar atento a estas excelentes oportunidades, tendo em vista que o grande potencial do mercado da Biomassa são os pellets, que é um produto com alto valor agregado e com amplo mercado na América do Norte, Ásia, e principalmente na Europa.
A falta de legislação, incentivos fiscais e políticas públicas fazem com que os poucos empresários que estão produzindo, não tenham margem para entrar no mercado da exportação. O alto custo do frete, inflação na matéria prima, insegurança cambial, são apenas alguns dos entraves que os produtores enfrentam.
Enquanto isto o crescimento no mercado interno ainda é acanhado, apesar de alguns movimentos positivos de setores que começam a consumir os pellets, como HOTÉIS, PIZZARIAS, etc.
As empresas de pellets nacionais recebem consultas quase que diárias, de possíveis compradores de grandes quantidades de pellets que poderiam estar sendo produzidos aqui no Brasil, atendendo uma fatia deste mercado.
Hoje mesmo com uma união, por exemplo de três produtores, não seria possível atender uma média demanda, vinda de um potencial comprador da Europa ou EUA. Isto por um lado é ruim, porém demonstra que existe um grande potencial de crescimento, e de venda de pellets que poderiam estar sendo produzidos no Brasil em larga escala.
Duas fábricas que ainda não começaram a funcionar prometem produções em larga escala a partir de 2017. A produção já estaria comprometida com clientes no exterior.


Fonte: Biomassa BR

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